Rastreador de TPM
Acompanhe sintomas antes da menstruação com mais clareza e gentileza. Registre irritação, cólica, dor de cabeça, sensibilidade emocional, inchaço, acne, fome, cansaço, sono e outros sinais para perceber padrões ao longo do mês.
Configure seu acompanhamento
Escolha o mês que deseja acompanhar e, se quiser, informe a data prevista da próxima menstruação. Assim, a ferramenta destaca de forma delicada a janela em que a TPM pode aparecer.
Registro do dia
Escolha um dia no calendário para começar.
A escala de intensidade é subjetiva: use 1 para sintomas muito leves e 5 para sintomas muito intensos ou difíceis de lidar.
Resumo do mês
O resumo é atualizado automaticamente conforme você registra seus sintomas. Ele ajuda a perceber padrões antes da menstruação com mais clareza e menos julgamento.
Dias registrados
0
Total de dias preenchidos neste mês.
Sintoma mais comum
—
Sintoma que mais apareceu nos registros.
Intensidade média
—
Média aproximada dos dias preenchidos.
Dias intensos
0
Dias com intensidade 4 ou 5.
Registros recentes
Durante muito tempo, eu achava que a TPM era apenas “ficar mais sensível” alguns dias antes da menstruação. Eu ouvia essa palavra desde cedo, mas quase sempre de um jeito meio automático, como se fosse apenas uma fase incômoda do mês que eu precisava aguentar em silêncio. Só que, com o tempo, eu comecei a perceber que a TPM não aparecia igual todos os meses. Em alguns ciclos, ela vinha como irritação. Em outros, como cansaço. Às vezes era dor de cabeça, inchaço, vontade de chorar, fome fora do comum, sono bagunçado ou uma sensação de estar emocionalmente mais exposta ao mundo.
O mais curioso é que, quando eu não registrava nada, tudo parecia confuso. Eu chegava no fim do mês com aquela impressão de que “algo estava estranho”, mas sem conseguir entender quando começou, quantos dias durou ou quais sintomas se repetiram. Era como tentar organizar uma gaveta no escuro. Eu sentia, mas não enxergava.
Foi por isso que eu quis criar este Rastreador de TPM. Não para transformar meu corpo em uma lista de problemas, nem para ficar procurando sintomas onde não existem. A ideia é muito mais simples e mais gentil: observar o que acontece antes da menstruação, registrar com calma e perceber padrões que talvez passem despercebidos quando dependo apenas da memória.
A TPM pode envolver sintomas emocionais e físicos, como irritabilidade, ansiedade, mudanças de humor, alterações no sono e no apetite, inchaço e dificuldade de concentração, segundo o ACOG. E, para mim, entender isso trouxe uma sensação importante: eu não precisava me culpar por tudo que sentia, mas também não precisava ignorar o que meu corpo estava tentando mostrar.
🌙 Por que eu comecei a prestar mais atenção na minha TPM
Eu percebi que alguns dias antes da menstruação eu ficava diferente. Não necessariamente pior, mas diferente. Às vezes eu acordava mais cansada, mesmo tendo dormido. Outras vezes, ficava mais sensível a comentários pequenos, como se a pele emocional estivesse mais fina. Tinha dias em que tudo parecia grande demais: uma tarefa simples, uma conversa pendente, uma mensagem sem resposta, uma casa bagunçada, uma cobrança interna que eu nem sabia explicar.
Antes, eu tentava seguir o ritmo normal. Fazia de conta que nada estava acontecendo. Tentava produzir, responder, resolver, organizar, cuidar de tudo e de todos. Só que, por dentro, eu sentia que estava usando mais força do que o necessário.
Quando comecei a registrar os sintomas, algo mudou. Eu passei a enxergar que certos sentimentos não surgiam do nada. Eles tinham contexto. Às vezes vinham na mesma fase do ciclo. Às vezes ficavam mais intensos quando eu dormia mal. Às vezes apareciam junto com cólica, inchaço ou dor de cabeça. O registro me ajudou a olhar para mim com menos julgamento.
A diferença entre sentir e perceber
Sentir é inevitável. Perceber é um passo a mais.
Eu posso sentir irritação e simplesmente brigar comigo mesma por estar irritada. Ou posso perceber: “hoje minha irritação está mais alta, meu sono foi ruim e estou perto da menstruação”. Isso não apaga o sintoma, mas muda a forma como eu lido com ele. Em vez de me atacar por dentro, eu consigo ajustar um pouco a expectativa.
Talvez eu não marque uma conversa difícil naquele dia. Talvez eu não coloque uma lista enorme de tarefas. Talvez eu me permita descansar sem achar que estou falhando. Pequenas decisões assim parecem simples, mas fazem diferença na vida real.
🌸 O que é a TPM de um jeito mais realista

A TPM, ou síndrome pré-menstrual, costuma ser descrita como um conjunto de sintomas físicos e emocionais que aparecem antes da menstruação. A MedlinePlus explica que os sintomas podem começar uma ou duas semanas antes do período menstrual. Mas, na prática, cada mulher vive isso de uma forma.
Para algumas, a TPM é leve e quase passa despercebida. Para outras, é mais intensa. Existem mulheres que sentem mais sintomas físicos, como cólica, dor nas costas, dor de cabeça, acne, inchaço e fome. Outras percebem mais alterações emocionais, como irritação, ansiedade, tristeza, sensibilidade, vontade de chorar ou dificuldade de concentração.
A Mayo Clinic também lista sintomas emocionais e comportamentais da TPM, incluindo ansiedade, humor deprimido, choro, mudanças de humor, irritabilidade, alterações no apetite, insônia, isolamento social e dificuldade de concentração. Quando eu leio uma lista assim, confesso que me sinto menos sozinha. Porque muitas vezes a gente acha que está “exagerando”, quando na verdade está vivendo algo que merece ser observado com cuidado.
TPM não é desculpa, mas também não é frescura
Eu gosto muito dessa frase porque ela encontra um meio-termo importante. TPM não precisa virar justificativa para tudo. Mas também não deve ser tratada como frescura, drama ou falta de equilíbrio.
O corpo feminino passa por variações hormonais ao longo do ciclo, e essas variações podem se expressar de maneiras diferentes. O problema é que muitas mulheres aprendem a disfarçar tudo. Disfarçar a dor, disfarçar o cansaço, disfarçar a irritação, disfarçar a tristeza. Como se reconhecer sintomas fosse fraqueza.
Para mim, registrar a TPM é quase o oposto disso. É um gesto de responsabilidade comigo mesma. Eu não estou dizendo “não posso fazer nada porque estou de TPM”. Estou dizendo “hoje eu preciso me entender melhor para não me violentar por dentro”.
🩷 Como usar o Rastreador de TPM

A ferramenta foi pensada para ser prática e visual. Primeiro, eu escolho o mês que quero acompanhar. Depois, posso informar a data prevista da próxima menstruação e selecionar quantos dias antes quero observar. Isso ajuda a destacar uma janela de atenção, que pode ser de 5, 7, 10 ou 14 dias antes da menstruação.
Depois, basta clicar em um dia do calendário e preencher o que aconteceu. Posso marcar sintomas como irritação, cólica, dor de cabeça, sensibilidade emocional, inchaço, acne, fome, cansaço, sono alterado, dor lombar, ansiedade e vontade de chorar. Também posso registrar intensidade geral, humor, energia, sono, apetite, impacto no dia e uma nota livre.
O Office on Women’s Health recomenda acompanhar quais sintomas de TPM aparecem e qual a intensidade deles por alguns meses, registrando os sintomas diariamente em um calendário ou aplicativo e levando essas informações para a consulta médica quando necessário. É exatamente esse tipo de clareza que eu quis trazer para a ferramenta: um espaço simples para transformar sensação em registro.
Intensidade geral
A intensidade é uma parte importante porque nem todo sintoma tem o mesmo peso. Às vezes eu sinto um pouco de irritação, mas sigo bem. Em outros dias, a irritação vem junto com cansaço, dor de cabeça e vontade de chorar. A escala de 1 a 5 ajuda a diferenciar um incômodo leve de um dia realmente difícil.
Eu não uso essa escala para me cobrar. Uso para me entender. Se vários dias aparecem com intensidade 4 ou 5, isso me mostra que talvez eu precise olhar com mais atenção para essa fase do mês.
Humor predominante
O humor pode dizer muito. Às vezes, eu não estou exatamente triste, mas estou mais sensível. Outras vezes, estou ansiosa. Em alguns ciclos, percebo mais irritação. Em outros, uma instabilidade emocional que me faz reagir de forma mais intensa a coisas pequenas.
Registrar o humor predominante me ajuda a perceber se existe uma repetição. E, quando existe, eu posso me preparar com mais cuidado. Talvez evitar excesso de compromisso. Talvez conversar com mais calma. Talvez não tomar decisões importantes no auge de um dia emocionalmente turbulento.

Sono, apetite e energia
Eu gosto muito de observar esses três pontos juntos. Sono, apetite e energia formam quase um pequeno retrato do meu mês. Quando durmo mal, minha sensibilidade aumenta. Quando minha energia cai, tudo parece mais pesado. Quando a fome muda ou a vontade de doce aparece com força, eu começo a entender que meu corpo pode estar pedindo algo — não necessariamente julgamento.
Registrar essas informações tira um pouco da culpa. Em vez de pensar “por que estou assim?”, eu consigo pensar “o que meu corpo está mostrando?”

🍃 O que a TPM pode revelar sobre a rotina
Uma coisa que aprendi é que a TPM não fala apenas sobre hormônios. Ela também revela muito sobre a rotina. Quando estou dormindo mal, comendo de qualquer jeito, acumulando estresse, sem pausa e tentando fazer tudo ao mesmo tempo, os sintomas parecem ficar mais barulhentos.
Nem sempre eu consigo mudar tudo, claro. A vida real não é feita de manhãs perfeitas, casa sempre organizada e tempo livre sobrando. Mas o rastreador me ajuda a perceber quando estou atravessando o mês no automático.
Às vezes, a TPM é o momento em que o corpo cobra aquilo que eu ignorei nas semanas anteriores. O sono que empurrei. O descanso que adiei. A emoção que tentei esconder. A sobrecarga que tratei como normal.
O corpo costuma avisar antes de gritar
Eu acredito muito nisso. O corpo quase sempre dá sinais pequenos antes de ficar insuportável. Um cansaço diferente. Uma dor de cabeça repetida. Uma vontade de ficar quieta. Um incômodo emocional. Uma sensação de inchaço. Um sono que não recupera.
Quando eu ignoro tudo, chego na TPM achando que fui pega de surpresa. Quando registro, percebo que talvez os sinais já estivessem ali.
E isso não significa que eu consiga evitar todos os sintomas. Significa apenas que posso me acompanhar com mais presença.
🌷 Como usar os registros sem se prender a eles
Eu não quero que o rastreador vire uma prisão. Não quero olhar para o calendário e pensar: “pronto, nesses dias eu vou ficar mal”. Isso seria trocar uma falta de consciência por uma expectativa negativa.
A ferramenta precisa ser usada com leveza. Ela ajuda a observar, não a determinar. Um mês pode ser diferente do outro. Um ciclo pode ser mais tranquilo. Outro pode ser mais intenso. E está tudo bem.
O objetivo é perceber padrões, não criar rótulos fixos sobre mim mesma.
Não preciso preencher tudo perfeitamente
Eu sei que existe uma tentação de querer preencher todos os campos todos os dias. Mas, sinceramente, eu acho que isso pode cansar. O ideal é usar de um jeito que cabe na rotina.
Posso registrar apenas os dias mais marcantes. Posso preencher só intensidade e sintomas. Posso anotar apenas quando sentir algo diferente. Posso usar por alguns meses para entender um padrão e depois voltar quando sentir necessidade.
Uma ferramenta útil é aquela que serve à vida, não aquela que exige perfeição.
Os registros são uma conversa comigo
Gosto de pensar que cada anotação é uma pequena conversa interna. Quando escrevo “fiquei sensível demais hoje”, eu não estou me criticando. Estou me reconhecendo.
E isso muda tudo. Porque muitas vezes eu passei anos tentando ser forte de um jeito duro. Hoje, prefiro uma força mais silenciosa: aquela que me permite olhar para o que sinto sem fugir.
🕊️ Quando procurar ajuda profissional
Mesmo que a TPM seja comum, sintomas muito intensos não precisam ser normalizados. Se a TPM atrapalha o trabalho, os estudos, os relacionamentos, o sono, a rotina ou a saúde emocional, vale procurar uma ginecologista ou outra profissional de saúde.
A Cleveland Clinic explica que a TPM costuma começar uma a duas semanas antes da menstruação e pode causar sintomas como dor de cabeça, sensibilidade nos seios e mudanças de humor. Já o Office on Women’s Health reforça que períodos irregulares, intensos ou dolorosos não devem ser simplesmente tratados como normais, e que é possível conversar com uma profissional de saúde sobre problemas menstruais e sintomas de TPM.
Quando a emoção pesa demais
Eu também acho importante falar da parte emocional com delicadeza. Se a tristeza fica muito intensa, se aparece sensação de desespero, se a vontade de chorar parece incontrolável, se há ansiedade forte ou pensamentos muito negativos, isso merece cuidado profissional.
Não é exagero pedir ajuda. Não é fraqueza. O corpo e a mente fazem parte da mesma vida.
Quando a dor atrapalha o básico
Dor que impede a rotina, cólicas muito fortes, dor que não melhora, sintomas que parecem piorar com o tempo ou mudanças muito diferentes do seu padrão também merecem avaliação. O rastreador pode ser útil nesse momento porque mostra datas, intensidade e repetição dos sintomas.
Em uma consulta, isso pode ajudar muito mais do que tentar lembrar tudo de cabeça.
✨ O ciclo menstrual como um sinal de saúde

O ciclo menstrual não é apenas um evento isolado do mês. Ele pode dar pistas sobre a saúde. O ACOG tem uma orientação sobre o uso do ciclo menstrual como um sinal vital, destacando que identificar padrões menstruais anormais pode ajudar a reconhecer possíveis questões de saúde.
Eu gosto de pensar nisso sem medo. Não como se cada variação fosse um problema, mas como um convite para prestar atenção. O corpo é uma fonte de informação. E muitas vezes eu vivi desconectada dele, tentando apenas seguir em frente.
Hoje, quando observo meu ciclo, sinto que estou recuperando uma parte da minha própria escuta.
Registrar é uma forma de se levar a sério
Tem algo muito bonito em se levar a sério. Não de um jeito pesado, mas de um jeito respeitoso.
Quando registro minha TPM, eu estou dizendo: “o que eu sinto importa”. Eu paro de tratar meus sintomas como ruído e começo a tratá-los como dados da minha própria vida. Dados sensíveis, humanos, pessoais.
E isso pode parecer pequeno, mas para mim é um tipo de autocuidado profundo.
🤍 Uma ferramenta para observar, não para se cobrar
No fim, o Rastreador de TPM não é sobre controlar o mês inteiro. É sobre enxergar melhor. É sobre olhar para os dias antes da menstruação e perceber o que se repete, o que mudou, o que pesa, o que melhora e o que precisa de atenção.
Eu quero que essa ferramenta seja um espaço de gentileza. Um lugar onde eu possa marcar sintomas sem vergonha, escrever uma nota sincera, reconhecer que houve dias difíceis e, ainda assim, não me reduzir a eles.
A TPM pode ser incômoda, sim. Pode ser cansativa. Pode mexer com o corpo e com as emoções. Mas acompanhar esses sinais me ajuda a viver essa fase com mais consciência e menos culpa.
Que este rastreador seja um pequeno apoio para você se observar melhor. Não para se julgar, nem para tentar ser perfeita, mas para entender seus próprios ritmos com mais presença. Porque o corpo fala. Às vezes em dor, às vezes em cansaço, às vezes em fome, às vezes em silêncio. E aprender a escutar esses sinais também é uma forma bonita de voltar para si.
FAQ — Rastreador de TPM
O que é um Rastreador de TPM?
Um Rastreador de TPM é uma ferramenta para registrar sintomas físicos e emocionais que aparecem antes da menstruação, como irritação, cólica, dor de cabeça, sensibilidade emocional, inchaço, acne, fome, cansaço, sono alterado e mudanças de humor. A ideia é ajudar você a perceber padrões ao longo do mês com mais clareza e gentileza.
Como usar o Rastreador de TPM?
Para usar, escolha o mês de acompanhamento, informe a data prevista da próxima menstruação, selecione a janela de observação da TPM e clique nos dias do calendário para registrar seus sintomas. Em cada dia, você pode marcar intensidade, humor, energia, sono, apetite, impacto na rotina, sintomas percebidos e notas pessoais.
Quais sintomas posso marcar na ferramenta?
Você pode marcar sintomas como irritação, cólica, dor de cabeça, sensibilidade emocional, inchaço, acne, fome, cansaço, sono alterado, dor lombar, ansiedade e vontade de chorar. A TPM pode envolver sintomas físicos, emocionais e comportamentais, e eles podem variar de mulher para mulher.
Por que acompanhar os sintomas da TPM?
Acompanhar os sintomas ajuda a perceber se eles aparecem sempre nos mesmos dias, se ficam mais intensos em certos ciclos ou se começam a atrapalhar a rotina. O Office on Women’s Health recomenda acompanhar sintomas e intensidade por alguns meses e conversar com uma profissional de saúde quando eles incomodam ou afetam a vida diária.
A TPM acontece sempre da mesma forma?
Não. Os sintomas podem variar de mulher para mulher e também de um mês para outro. O NHS explica que os sintomas de TPM podem incluir mudanças de humor, irritação, ansiedade, cansaço, alterações no sono, inchaço, cólicas, dor de cabeça, alterações na pele e mudanças no apetite.
O Rastreador de TPM substitui uma consulta médica?
Não. Esta ferramenta serve para organização, autoconhecimento e registro pessoal. Ela não substitui consulta médica, diagnóstico, tratamento, método contraceptivo ou orientação ginecológica. Caso os sintomas sejam intensos, frequentes ou estejam afetando sua rotina, procure uma profissional de saúde.
Quando devo procurar uma ginecologista por causa da TPM?
Procure orientação profissional se os sintomas forem muito intensos, se atrapalharem trabalho, estudos, sono, relações ou atividades do dia a dia. Também vale buscar ajuda se houver tristeza profunda, ansiedade intensa, dor forte, sangramento fora do padrão ou mudanças importantes no ciclo. O Office on Women’s Health orienta falar com uma médica ou enfermeira quando os sintomas incomodam ou afetam a vida diária.
Qual é a diferença entre TPM e TDPM?
A TPM pode causar sintomas físicos e emocionais antes da menstruação. Já o TDPM, ou transtorno disfórico pré-menstrual, é considerado uma forma mais intensa, com sintomas emocionais mais severos. A Mayo Clinic explica que, no TDPM, pelo menos um sintoma emocional ou comportamental costuma se destacar de forma importante, como tristeza, desesperança, ansiedade, tensão, irritabilidade ou mudanças intensas de humor.
Posso usar o rastreador mesmo sem saber a data da próxima menstruação?
Sim. Você pode usar o rastreador mesmo sem informar a data prevista da próxima menstruação. Nesse caso, a ferramenta continua funcionando para registrar sintomas, humor, energia, sono, apetite, intensidade e notas. A data prevista serve apenas para destacar visualmente a janela antes da menstruação.
Meus dados ficam salvos no site?
Não. Os dados ficam salvos apenas no navegador que você está usando, por meio do armazenamento local do dispositivo. A ferramenta não envia suas informações para o site. Por isso, se você trocar de navegador, limpar os dados ou usar outro aparelho, os registros podem não aparecer.
Posso salvar ou imprimir meus registros?
Sim. A ferramenta permite copiar o resumo, baixar um arquivo .txt, gerar PDF para salvar ou imprimir e exportar os dados em .json. Isso pode ser útil para guardar um histórico pessoal ou levar informações mais organizadas para uma consulta.
Para que serve exportar e importar em JSON?
A opção de exportar em .json permite salvar seus registros em um arquivo de backup. A opção de importar em .jsonpermite restaurar esses dados depois, no mesmo navegador ou em outro navegador compatível.
Preciso preencher todos os dias?
Não. Você pode preencher apenas os dias em que perceber sintomas ou mudanças importantes. O rastreador foi criado para ajudar na observação do seu corpo, não para virar mais uma obrigação na rotina.
Posso usar o Rastreador de TPM como diagnóstico?
Não. O rastreador ajuda a organizar informações e perceber padrões, mas não faz diagnóstico. Se você perceber sintomas fortes, repetitivos ou difíceis de lidar, use seus registros como apoio para conversar com uma profissional de saúde.
Leitura recomendada
Depois de acompanhar os sintomas da TPM, você também pode usar outras ferramentas e leituras do Vida Sakura para entender melhor seu ciclo, sua energia, seus sentimentos e sua rotina de autocuidado.

